LASERTERAPIA

LASERTERAPIA

O emprego da luz, fonte de energia pura, tem suas propriedades terapêuticas conhecidas  há muitos e muitos anos, principalmente o combate à dor e inflamação.

Historiadores nos contam que em civilizações antigas como a Egípcia, a Grega e Asteca conheciam os benefícios da exposição à luz solar. Os Egípcios teriam usado luz  e extrato de plantas para desordens da pele e na Grécia, observou-se que a exposição à luz solar poderia fortalecer os ossos.

A palavra LASER vem da abreviação “Light Amplication by Stimulated Emission of Radiation” (Amplificação da Luz por Emissão Estimulada de Radiação ). São ondas eletromagnéticas que emitem radiação não ionizantes. Sabe-se que os feixes de luz emitidos pelo aparelho de laser são coerentes (paralelos entre si) e não divergentes como os de outras fontes luminosas.
A monocromia da cor, a sincronização das ondas e a coerência dos feixes são os fatores responsáveis pela energia extraordinária das radiações Laser.
Os efeitos da luz Laser são bioquímicos, bioenergéticos, permitem a normalização da irrigação tecidual o que permite uma melhor cicatrização. Observa-se ainda um aumento da velocidade de reparação das fibras nervosas e estimula a reparação óssea. Tem como efeito terapêutico ser analgésico, anti-inflamatório e reparador tecidual. Isso permite uma ampla utilização na odontologia. Se bem aplicado, atua melhorando a resposta nas áreas como cirurgia, lesões bucais como aftas, herpes labial, mucosite ( feridas dolorosas na mucosa da boca muito comum em pacientes  em tratamento de quimioterapia e/ou radioterapia) ou outras “feridas na boca”.
Atua ainda a favor da endodontia periodontia, hipersensibilidade dos dentes, além de outras aplicabilidades.

Especialmente falando sobre a odontologia, podemos encontrar estudos em aplicações clínicas da Terapia com Laser de Baixa Potência ( TLBP) há mais de 30 anos. Somadas, as evidências científicas e a evolução da indústria de tecnologia fizeram que os profissionais da área de odontologia tivessem hoje acesso facilitado a esta terapia e, ao mesmo tempo, a disponibilidade de informações faz que os pacientes questionem os profissionais sobre o uso de laser em seus consultórios. A luz Laser, por ser uma energia não ionizante é totalmente inócua não oferecendo efeitos secundários indesejados. Deve-se contudo, ter cuidado com a proteção dos olhos para não lesar a retina.

Por suas particularidades na ação em cada tecido e pela variedade entre aparelhos com diferentes comprimentos de onda e ainda com a vasta aplicabilidade clínica e diferentes protocolos para cada caso em particular, o dentista que faz a aplicação do Laser deverá estar devidamente habilitado e seguro para o uso adequado da terapia com Laser, para que consiga os resultados desejados.

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